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| Menos de 40 pessoas presentes no Pacaembu em jogo simultâneo à final do Campeonato Paulista |
Às 16 horas do dia 8 de abril, Palmeiras e Corinthians se enfrentaram pela grande final do Paulistão 2018. E a bola rolou no estádio do Pacaembu.
Você não leu errado – a final foi disputada no Allianz
Parque. Porém, ao mesmo tempo em que era dado o apito inicial na decisão,
começava o segundo tempo de Centro Olímpico x Taubaté, válido pela 3ª rodada do Campeonato Paulista Feminino deste ano.
Enquanto todos os olhares estavam voltados para o
clássico, a casa mais tradicional do futebol paulistano recebia uma partida de
futebol, iniciada às 15h. Além disso, no decorrer do dia, mais duas outras ainda foram
disputadas na cidade.
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| Foto tirada pouco depois de o Corinthians abrir o placar no Allianz Parque |
Centro
Olímpico 1 x 4 Taubaté
Nem parecia dia de jogo no Pacaembu. Ruas vazias e
diversos vagas livres para estacionar automóveis na região. Os portões do
estádio estavam fechado até cerca de 45 minutos antes do horário marcado para a
peleja.
Na arquibancada, o público era inferior a 40 pessoas. A
impressão que dava era de que eu e meus amigos Fernando (Jogos Perdidos), Mario
e Milton éramos os únicos no local que não tinham algum familiar em campo, ou
vínculo com os clubes ou a Federação Paulista.
Quem esteve lá assistiu a um passeio do Taubaté na
etapa inicial. 4 x 0 com direito a um belo gol – e poderia ser mais, com a equipe perdendo outras chances de marcar.
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| Estádio do Pacaembu alguns minutos antes do jogo (clique para ampliar) |
As donas da casa tiveram uma ou duas boas oportunidades de gol.
Apesar disso, o jogo estava bem movimentado.
No segundo tempo, a equipe do Taubaté ‘tirou o pé’. O
Centro Olímpico cresceu em campo e chegou ao seu gol de honra. Depois disso, poucas emoções surgiram até o apito final.
Curiosamente, a equipe de policiamento responsável pela
revista no jogo era a mesma que estava em outra partida na capital, ocorrida às
10 da manhã, na Rua Javari.
“Vocês tiraram o dia só pra ver jogo?”, perguntou,
rindo, um deles, quando nos reconheceu.
Barcelona
0 x 0 Mauá F. C.
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| Rua Javari não viu um de seus melhores dias |
O dia foi histórico para a equipe visitante, que fez seu
primeiro jogo válido por uma competição profissional.
Além disso, ele também marcou a estreia do ‘sétimo time’
da capital paulista na quarta divisão estadual (chamada oficialmente de Série
B) deste ano.
O que se viu em campo, porém, não foi nada animador. Um
jogo muito feio, com pouquíssimas chances de gol criadas, e que não foi
merecedor das palmas ao seu término.
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| Delegação do primeiro jogo da história profissional do Mauá F.C. |
À exceção de um cabeceio próximo à meta (em lance que
já estava impedido) no primeiro tempo, é difícil de lembrar algum outro momento
em que a torcida tenha gritado “UH!”. Em duas ocasiões, a bola foi isolada para fora do estádio.
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| Ônibus que trouxe o time do Mauá à capital, estacionado em frente ao estádio - o dos torcedores estava logo atrás |
A torcida visitante aparentava estar em maior número no estádio, o que pode ser explicado pelo ônibus gratuito disponibilizado pela diretoria do Mauá.
Portuguesa
1 x 4 São José
Também válido pelo campeonato feminino, a derrota
lusitana foi mais um jogo ocorrido na capital no mesmo dia da final, às 10h30,
no Canindé.
Neste caso, porém, eu não pude estar presente.
* Todas as imagens desta publicação foram tiradas por André Carlos Zorzi.





